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	<description>Soluções em Software Livre e de Código Aberto</description>
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		<title>Hospedagem: Plano Zero</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 13:59:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hospedagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Plano Zero A escolha certa para empresas que estão iniciando no mundo da Internet. Mais informações clique aqui. &#160; Tweet]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Plano Zero</strong></h2>
<h3>A escolha certa para empresas que estão iniciando no mundo da Internet.</h3>
<h5>Mais informações <a href="http://www.linux2business.com.br/site/?page_id=268">clique aqui.</a></h5>
<p>&nbsp;</p>

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		<title>Hospedagem: Plano Mais</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 13:56:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hospedagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Plano Mais Para empresas que já estão na Internet porém querem mais: Visibilidade, Recursos, Estabilidade e Segurança. Mais informações clique aqui. &#160; Tweet]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Plano Mais</strong></h2>
<h3>Para empresas que já estão na Internet porém querem mais: Visibilidade, Recursos, Estabilidade e Segurança.</h3>
<h5>Mais informações <a href="http://www.linux2business.com.br/site/?page_id=270">clique aqui.</a></h5>
<p>&nbsp;</p>

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		<title>Hospedagem: Plano Dedicado</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 13:52:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hospedagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Plano Dedicado Todo o poder de um servidor dedicado somente para a sua empresa. Mais informações clique aqui. &#160; Tweet]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Plano Dedicado</strong></h2>
<h3>Todo o poder de um servidor dedicado somente para a sua empresa.</h3>
<h5>Mais informações <a href="http://www.linux2business.com.br/site/?page_id=272">clique aqui.</a></h5>
<p>&nbsp;</p>

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		<title>TI precisa de mais artistas</title>
		<link>http://www.linux2business.com.br/site/?p=213</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 17:37:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.linux2business.com.br/site/?p=213</guid>
		<description><![CDATA[Quantas pessoas você conhece que são capazes de dizer a seguinte frase: Eu só trabalho aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Achei muito interessante o texto do <a href="http://ianntech.com.br/" target="_self">Ivo Nascimento</a>, que resolvi publicar aqui também.</p>
<p>&#8220;Quantas pessoas você conhece que são capazes de dizer a seguinte frase: <em>Eu só trabalho aqui.</em></p>
<p>Eu espero que poucos e espero também que você não compartilhe desse pensamento, obvio… e que corra dessas pessoas como quem corre de um tsunami. <span id="more-213"></span></p>
<p>Nosso trabalho só consegue ser bem feito quando estamos envolvidos emocionalmente com ele.</p>
<p>Enquanto o relacionamento com seu trabalho for baseado no número da sua conta corrente e tiver seu auge nos dias 5, 15 ou 30, nada, repito, NADA que você fizer vai mudar o mundo, nem que seja somente o SEU mundo.</p>
<p>Paixão é a palavra aqui. Paixão pelo que você faz.</p>
<p>Não adianta dizer-se apaixonado, você precisar SER apaixonado e ai que chego no que considero o maior problema.</p>
<p>Caramba, pensa bem, você vai conseguir se apaixonar sempre por toda empresa em que entrar para realizar um projeto?</p>
<p>Claro que não. Não tente se enganar sobre isso.</p>
<p>Ninguém se apaixona por uma empresa logo que entra, e a maioria sai da empresa depois de anos sem nunca ter se apaixonado por ela.</p>
<p>Em parte isso é culpa das empresas, que com uma visão estranha da realidade, disparam uma torrente de tarefas encadeadas para você fazer, quando na realidade deveriam disparar uma torrente de tarefas sim, mas para você se envolver.</p>
<p>Eu não vou falar de empresas aqui, só achei necessário usar a palavra empresa no parágrafo acima para poder conectar as coisas na ordem certa, que acho não ser a ordem atual.</p>
<p>Você não deve se apaixonar por uma empresa antes de se apaixonar por você, pelo seu trabalho, pelo seu resultado. Pela sua obra prima.</p>
<p>Se apaixone pelo que você faz meu caro. E se você tentar e não conseguir se apaixonar, esta mais que claro que você esta fazendo isso errado e talvez o caminho seja procurar outra profissão ou outra maneira de se apaixonar.</p>
<p>Pense como um artista, que apaixonado pela sua arte, não se importa de brigar por ela, discutir e se necessário, chorar por ela.</p>
<p>As melhores coisas que realizei não vieram de uma estrutura fixa Top Down clássica, elas nasceram como resultado da minha paixão pelo que faço junto a grande sorte de encontrar pessoas também apaixonadas pela sua arte.</p>
<p>Quando você é apaixonado pelo que faz as pessoas que também o são percebem, acredite em mim, e se aproximam, trocam ideias. Enquanto as que “só trabalham aqui” procuram te evitar, por que você mexe na situação, estraga a porcaria da zona de conforto e os que “só trabalham aqui” amam esse pedacinho do NADA.</p>
<p>Eu tenho um nome para esse pedacinho do NADA chamado “zona de conforto”. Eu gostaria de chama-lo de <strong>concha</strong>. Um treco que serve pra te proteger e tem que ser justo ao seu tamanho.</p>
<p>Se a concha for grande demais, atrapalha se movimentar e se for pequeno demais, vai te causar dores horríveis. Um treco que você imagina que te tras segurança, mas que não vai servir em você(para você) a vida inteira.</p>
<p>Não entre na concha meu amigo. Não entre na maldita concha. Viva como um artista, aja como um artista, viva como um artista. Seja você mesmo.</p>
<p>E se onde você trabalha não houver espaço para arte, tente criar um mural discreto nos bastidores. Talvez você descubra mais artistas como você, pessoas apaixonadas pelo que fazem, mas que entraram na concha sem querer mesmo, ou por que ali parecia seguro ou por que do lado de fora dela era muito mais perigoso.</p>
<p>E se nada funcionar, procura uma empresa que procure por artistas. Elas existem, exatamente da mesma maneira como existem as conchas.&#8221;</p>
<p>Texto original: <a href="http://ianntech.com.br/2011/12/23/ti-precisa-de-mais-artistas/" target="_self">TI precisa de mais artistas</a></p>

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		<title>Possíveis Ameaças de Segurança para 2012</title>
		<link>http://www.linux2business.com.br/site/?p=211</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 13:16:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA["Devido a grande utilização de dispositivos móveis, a proliferação de aplicações e o crescimento do cloud computing estão proporcionando muitas inovações comerciais e benefícios sociais. Entretanto, esse universo cada dia mais conectado, traz uma série de novos desafios e diversos riscos referentes a segurança."]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Devido a grande utilização de dispositivos móveis, a proliferação de  aplicações e o crescimento do <em>cloud computing </em>estão  proporcionando muitas inovações comerciais e benefícios sociais.  Entretanto, esse universo cada dia mais conectado, traz uma série de  novos desafios e diversos riscos referentes a segurança. Segundo uma  pesquisa relacionada a violação de dados realizada este ano, o número de  ataques triplicou nos últimos 5 anos, fazendo-se necessário ajustar a  balança risco/segurança, de maneira prioritária. Isso serve tanto para o  público consumidor quanto para os ambientes corporativos. <span id="more-211"></span></p>
<p>A partir dessa idéia, a equipe responsável pelo estudo recomenda que o  mercado procure se preparar contra o contínuo crescimento no número de  aplicativos maliciosos para dispositivos móveis; ficar alerta quanto aos  criminosos, que atacam e infectam lojas de aplicativos de <em>smartphones </em>e <em>tablets</em>; ter maior atenção a conectividade demasiada  levando a maiores desafios de privacidade e segurança; enfrentar novos  riscos de ataque aos serviços públicos de saúde digitalizados,  especialmente nos Estados Unidos e na Europa e outros tipos de  ocorrências que possam afetar negativamente a área da segurança da  informação.</p>
<p>Foram ressaltados também, os fatores positivos para a segurança em 2012,  como o aperfeiçoamento e implementação dos &#8220;scoring systems&#8221;, para  garantir as novas aplicações desenvolvidas e a evolução dos sistemas  &#8220;smart grid&#8221;.&#8221;</p>
<p>O texto original do Under-linux.org: <a href="http://under-linux.org/possiveis-ameacas-de-seguranca-para-2012-4001" target="_self">Possíveis Ameaças de Segurança para 2012</a></p>

	<div style="">
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		<item>
		<title>20 passos para o planejamento de uma Recuperação de Desastre</title>
		<link>http://www.linux2business.com.br/site/?p=206</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 14:39:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais, Artigos & Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Obs.: Tradução livre do texto &#8220;20 Things to Plan for an IT Disaster Recovery&#8220; Implementar uma solução de Recuperação de Desastre &#8211; Disaster Recovery &#8211; depende de três fatores: Tempo Recursos Dinheiro Muitas organizações não pensam em Recuperação de Desastre quando a infraestrutura de TI e os aplicativos estão sendo executados sem quaisquer problemas. A<a href="http://www.linux2business.com.br/site/?p=206"> <br /><br /> Read More…</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Obs.:</strong> Tradução livre do texto &#8220;<a href="http://www.thegeekstuff.com/2011/08/it-disaster-recovery/" target="_self">20 Things to Plan for an IT Disaster Recovery</a>&#8220;</em></p>
<div>Implementar uma solução de Recuperação de Desastre &#8211; <em>Disaster  Recovery</em> &#8211; depende de três fatores:</div>
<div>
<ul>
<li>Tempo</li>
<li>Recursos</li>
<li>Dinheiro</li>
</ul>
<p>Muitas organizações não pensam em Recuperação de Desastre quando a  infraestrutura de TI e os aplicativos estão sendo executados sem  quaisquer problemas. A maioria delas só pensa sobre isto quando algo  ocorre, causando um grande impacto negativo sobre o negócio. <span id="more-206"></span><br />
<span style="font-size: xx-small;"> </span><br />
Se  você é um administrador de sistema ou alguém responsável por manter o  funcionamento da TI, você deve estar constantemente trabalhando na  recuperação de desastres. Se sua empresa aloca tempo e orçamento ou não,  você ainda pode trabalhar em alguns aspectos da Recuperação de  Desastre.<br />
<span style="font-size: xx-small;"> </span><br />
A seguir está uma lista de vários itens que você pode  considerar ao planejar uma Recuperação de Desastre. Esta lista não deve  ser considerada definitiva, mas suficiente para dar idéias sobre como  começar um plano de Recuperação de Desastre.</div>
<ol>
<li><strong>Novo datacenter principal:</strong> Antes de  planejar um datacenter secundário (remoto), você deve certificar se  todos os componentes em seu datacenter primário são altamente  redundante. Seu foco deve ser em projetar um datacenter primário tão  resistente quanto possível, que você consiga se recuperar rapidamente da  maioria dos desastres (exceto desastres naturais) sem ter que usar  sempre o datacenter secundário. Por exemplo, ter um banco de dados  standby no mesmo datacenter do seu banco de dados de produção,  configurar placas de rede e placas HBA dupla em todos os servidores de  produção, configurar servidores de web múltiplos com balanceamento de  carga, conectar o servidor em dois circuitos de energia usando fontes  redundantes, etc;</li>
<li><strong>Datacenter secundário (remoto):</strong> Se você implementar um novo datacenter primário, o objetivo de um  datacenter remoto é principalmente para as catástrofes naturais como  terremotos, incêndios, inundações, etc. Embora isso possa ser muito  óbvio, vale dizer, já que eu já vi algumas empresas fazerem isso, que  tem tanto datacenter primário quanto o secundário na mesma cidade, o que  compromete o propósito da Recuperação de Desastre;</li>
<li><strong>Replicar  componentes de produção no datacenter secundário:</strong> Você não  precisa replicar todo o hardware e aplicativos de datacenter primário  para o secundário. Um administrador de sistemas, técnicos ou qualquer  pessoa pode rapidamente identificar todo o hardware e software crítico  que precisa ser replicado no site remoto, mas você pode precisar de  ajuda de outros departamentos para identificar as aplicações que são  críticas para o negócio. Você tem de mapear as funções críticas de  negócios em função dos componentes da infraestrutura de TI, se  certificando que realmente todos os componentes de infraestrutura  juntamento com a aplicação e os dados foram replicados para o site  remoto;</li>
<li><strong>Plano de armazenamento &#8211; <em>Storage</em>:</strong> Se você tiver algum tipo de <em>storage</em> <em>SAN</em> (ou <em>storage  NAS</em>) que suporta a aplicação crítica no datacenter primário, você  precisa ter um solução similar em seu site remoto também. Por motivos de  desempenho, os servidores no datacenter remoto devem ter as mesmas  características dos servidores de produção do datacenter primário. No  entanto, para o storage, se você tiver um <em>storage SAN high-end</em> de um grande fornecedor no site principal, pode-se considerar o uso de  um <em>storage SAN high-end</em> de um fornecedor de pequeno porte, que  pode custar-lhe muito menos, com configuração e desempenho semelhante;</li>
<li><strong>Replicar  dados para o site remoto da base em uso:</strong> Sincronizar os dados  entre o datacenter primário e o remoto é um aspecto crítico de uma  implementação bem sucedida de Recuperação de Desastre. Uma vez que você  listou todas as aplicações que precisam ser replicadas para o site  remoto, você agora precisa descobrir como sincronizar os dados entre  estes dois locais para todas essas aplicações. Por exemplo, você pode  replicar o banco de dados Oracle usando as tecnologias de replicação  fornecidas pelo fabricante do <em>storage</em> ou você pode usar o <em>dataguard</em> para replicar estes dados. Ambas soluções tem suas vantagens e  desvantagens e você tem que analisá-las cuidadosamente e escolher aquela  que se encaixa no seu orçamento e escopo do plano de Recuperação de  Desastre;</li>
<li><strong>Replicar os dados iniciais usando um método  manual:</strong> Quando você estiver configurando o site remoto pela  primeia vez, você tem que decidir como será a sincronização inicial dos  dados. Por exemplo, se você for replicar um banco de dados de tamanho  enorme, você não pode copiar o backup do banco de dados através da rede  para o site remoto, pois irá utilizar toda banda de rede. Em vez disso,  você poderia realizar um backup em fita no datacenter primário e usá-lo  no datacenter secundário para configurar o banco de dados. Uma vez que a  configuração inicial é feito, você pode implementar alguma forma de  sincronização automática entre os sites;</li>
<li><strong>Tempo de  Recuperação &#8211; <em>Recovery Time Objective</em>:</strong> Você deve  identificar, junto com os gerentes de negócio, qual o Tempo de  Recuperação aceitável. Por exemplo, sua organização pode decidir que o  Tempo de Recuperação deve ser de 8 horas, ou seja, após um desastre, no  prazo máximo de 8 horas todas as aplicações críticas devem estar  plenamente operacionais no site remoto. O Tempo de Recuperação tem um  impacto direto sobre quanto valor deve ser gasto na implementação da  solução de Recuperação de Desastre. Por exemplo, um Tempo de Recuperação  de uma hora pode exigir uma solução mais sofisticada que será muito  mais cara do que uma solução com o Tempo de Recuperação de 24 horas;</li>
<li><strong>Ponto  de Recuperação &#8211; <em>Recovery Point Objective</em>:</strong> Assim como  Tempo de Recuperação, você deve decidir, junto com os gerentes de  negócios, um Ponto de Recuperação aceitável. Por exemplo, sua  organização pode decidir que o Ponto de Recuperação aceitável é de 2  horas, ou seja, depois de um desastre, quando você recuperou o serviço  no datacenter remoto, 2 horas de perda de dados é aceitável para o  negócio. Por exemplo, se o desastre aconteceu às 15:00h, depois de  restaurar o sistema no site remoto, este irá conter dados de produção  somente a partir das 13:00h. O que significa que você perdeu os dados  desde às 13:00 até às 15:00h. Em termos simples, se seu Ponto de  Recuperação é de 2 horas, a sua empresa deve estar disposto a perder 2  horas de dados durante um desastre;</li>
<li><strong><em>Failover</em> &#8211;  Transferência em caso de falha &#8211; automático ou manual?</strong> Você  tem decidir se você quer que o <em>failover</em> ocorra automaticamente  ou manualmente após um desastre. Na maioria dos casos, uma intervenção  manual é aceitável, pois você não quer uma transferência automática para  o datacenter remoto em caso de um falso-positivo. Tenha em mente que,  depois de um <em>failover</em>, há muito trabalho para voltar para o  datacenter principal;</li>
<li><strong><em>Failover</em> da rede:</strong> Tenho visto que os planos de Recuperação de Desastres dão muito foco  para replicação de dados, mas menos foco para os aspectos da rede. Junto  com sua equipe de rede, é preciso identificar todas as infraestruturas  de rede que precisam ser replicadas. Por exemplo, se certificar de que  os endereços de produção (URL) estão apontando para o site remoto após o  <em>failover</em>. Se você tiver estabelecido conexões <em>VPN</em> com  seus clientes, identificar como restabelecer estas conexões <em>VPN</em>.  Quando você criar/modificar as regras de <em>firewall</em> (ou qualquer  coisa relacionada a segurança) no datacenter principal, você precisa  identificar como estas políticas de segurança podem ser replicadas para o  site remoto de forma contínua;</li>
<li><strong>Configuração no lado  remoto:</strong> Você precisa ter um plano adequado para acessar o  datacenter remoto para depurar todos os problemas. Você pode configurar  um KVM no site remoto para acessar o console do hardware remoto do seu  escritório. Ou, você precisa planejar algum tipo de manual de serviços  no lado remoto, onde alguém pode ir para o datacenter de contingência e  executar suas instruções;</li>
<li><strong>Testes anuais de Recuperação  de Desastre:</strong> Várias organizações gastam muito tempo e dinheiro  na criação de um site de contingência apenas para descobrir que ele  realmente não funciona como esperado quando se está em uma situação real  de Recuperação de Desastre. Uma vez por ano, você deve validar suas  configurações atuais para garantir que o site remoto funciona  corretamente e cumpre o objetivo original. Se tudo estiver configurado  corretamente, você deve ser capaz de transferir manualmente suas  aplicações críticas do datacenter principal para o remoto, e deixá-las  funcionando por alguns dias. Isso também ajuda a ver como o site remoto  lida com uma situação com carga em tempo real;</li>
<li><strong>Datacenter  remoto como uma plataforma de Garantia de Qualidade &#8211; <em>Quality  Assurance</em>:</strong> Em vez de usar o site remoto só para a situação  de desastre, você pode usá-lo como uma plataforma de Garantia de  Qualidade, fazendo testes de carga e desempenho de seus aplicativos.  Isso pode ser útil, pois você não precisa investir em infraestrutura de  testes adicional no datacenter primário. Quando você tomar essa atitude,  você estará sincronizando os dados do site primário para o site remoto  de forma contínua. No entanto, sempre que você fizer um teste de carga,  você precisa implementar uma solução adicional, onde você precisa marcar  um ponto de verificação do estado atual do site remoto, realizar seu  teste de qualidade, e logo em seguida voltar a situação anterior para  continuar a sincronização dos dados com o site primário;</li>
<li><strong>Plano  de resposta:</strong> Uma vez que você implementou o site remoto, você  precisa ter um plano de Recuperação de Desastre sobre como você e sua  equipe devem agir em uma situação real. Colaborar com vários  departamentos em sua organização, identificando os recursos chaves que  farão parte da equipe de resposta a incidentes e identificar o seu papel  específico no plano de resposta. O plano de resposta a incidentes é um  simples passo-a-passo sobre o que precisa ser feito quando há uma  desastre, quem irá realizar as tarefas e em que sequência as tarefas  serão executadas;</li>
<li><strong>Não tem um site de contigência?</strong> Muitas organizações não têm um site remoto. Se você está trabalhando  para um delas e você é responsável pelas aplicações críticas e  infraestrutura de TI, é de sua responsabilidade elaborar um plano de  Recuperação de Desastre, orientar a sua gerência sobre a importância de  gastar tempo e dinheiro em Recuperação de Desastre e obter a sua  aprovação. Mostre três diferentes planos, um que custa muito, outro de  custo razoável e um com custo pequeno. Como explicado anteriormente, o  plano de Recuperação de Desastre pode variar dependendo de vários  fatores, onde o custo é um deles. Depois de ter apresentado o seu plano  detalhado para a sua gerência, e se este plano não foi aprovado, pelo  menos você vai se sentir bem, já que deu o seu melhor na preparação de  um bom plano;</li>
<li><strong>Quando declarar um desastre?</strong> Você  precisa identificar claramente isso o quanto antes. Você precisa ter um  critério muito claro, escrito, sobre quando você vai mudar para o site  remoto. Quais os critérios que desencadeiam a transferência? Quando você  inicia uma Recuperação de Desastre? Em que ponto você declarar um  desastre e começar a trabalhar na transferência para o site remoto? A  resposta para estas questões devem ser claramente definidas e revisadas  por todos os departamentos em sua organização, e finalmente, esses  critérios devem ser aprovados pela alta administração. Quando o ambiente  de produção fica &#8220;fora do ar&#8221;, porque alguém excluiu algum arquivo por  engano, este evento pode ou não desencadear um desastre. Para algumas  empresas, a recuperação dos dados do backup no próprio datacenter  principal provavelmente será a melhor solução. Para outras, que não  podem esperar esta restauração do backup, é necessário mudar para o site  remoto;</li>
<li><strong>Backup, backup e backup:</strong> Backups são  muito importantes em um plano de Recuperação de Desastre. Como  mencionamos anteriormente, seu objetivo deve ser nunca usar o site  remoto, a menos que um desastre natural real aconteça. Assim, uma forte  estratégia de backup em seu site principal é muito crítico. Você deve  fazer backup de todos os seus aplicativos críticos. Quando fizer o  backup de seu banco de dados, deve armazenar este backup em quatro  locais. Backups são praticamente inúteis se você não restaurá-los em um  servidor de teste para confirmar que estão funcionando corretamente;</li>
<li><strong>Aplicação  de patches:</strong> Quando você aplica uma correção de sistema  operacional, atualização de firmware ou realiza qualquer tipo de  gerenciamento de configuração do hardware no site principal, você  precisa ter uma estratégia para fazer estas mudanças no site remoto de  forma contínua. Você não quer uma situação, onde a configuração do  sistema operacional em seu site principal é diferente do site remoto;</li>
<li><strong>O  sucesso depende de muitos fatores:</strong> Gestão a partir do topo,  alocação adequada do orçamento, envolvimento de todas as divisões de  negócios, um forte plano de Recuperação de Desastre, recursos técnicos,  teste total da solução de desastre, etc. Mais importante, um escopo bem  definido de Recuperação de Desastre alinhado com o objetivo de negócio é  o mais importante para uma solução de sucesso;</li>
<li><strong>Documentação:</strong> Um planejamento de Recuperação de Desastre adequado requer vários  processos estabelecidos. Todos estes processos devem ser documentados de  forma adequada. Por exemplo, um documento que explica o processo de  escalonamento quando um desastre ocorre. A documentação técnica que  explica o que precisa ser feito para fazer a transferência em caso de  falha para o site remoto. Um documento de comunicação que listas todos  os membros da equipe envolvidos na Recuperação de Desastre, suas  responsabilidades e como eles podem ser contatados durante o desastre.  Um documento para a equipe de suporte ao cliente, para saber o que  precisa ser comunicado ao cliente e como encontrar os clientes durante  um desastre. Um documento que lista todos os testes que uma equipe de  qualidade precisa realizar depois que o site remoto foi ativado, etc.</li>
</ol>
<p>O que foi apresentado é apenas uma pequena parcela do que é  Recuperação de Desastre. Há muito mais, além dos  itens acima. Se você é  um administrador de sistema ou alguém que é responsável pelas  aplicações de TI e infraestrutura e se não tiver um plano de desastre,  considere isto como um lembrete para começar sua estratégia de  Recuperação de Desastre.</p>

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		</item>
		<item>
		<title>Estudo de segurança em aplicativos móveis</title>
		<link>http://www.linux2business.com.br/site/?p=204</link>
		<comments>http://www.linux2business.com.br/site/?p=204#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Aug 2011 20:44:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A empresa viaForensics disponibilizou um estudo de segurança em aplicativo móveis Android e iOS referente as 100 mais aplicações. O estudo utilizou o appWatchdog, que é um serviço livre da própria viaForensics, que fornece informações públicas sobre a insegurança de aplicações móveis populares. O resultado não poderia ser pior, apenas 17% das aplicações passaram nos<a href="http://www.linux2business.com.br/site/?p=204"> <br /><br /> Read More…</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa <a href="http://viaforensics.com" target="_self">viaForensics</a> disponibilizou um estudo de segurança em aplicativo móveis Android e iOS referente as 100 mais aplicações. O estudo utilizou o <a href="http://viaforensics.com/appwatchdog/" target="_self">appWatchdog</a>, que é um serviço livre da própria viaForensics, que<span id="result_box" lang="pt"><span class="hps"> fornece</span> <span class="hps">informações públicas sobre</span> <span class="hps">a insegurança</span> <span class="hps">de</span> <span class="hps">aplicações móveis</span> <span class="hps">populares</span><span>.</span></span></p>
<p><span lang="pt"><span>O resultado não poderia ser pior, apenas 17% das aplicações passaram nos testes realizados, 44% ficaram em uma situação de alerta e 39% não passaram nos testes.</span></span></p>
<p><span lang="pt"><span>Referências:</span></span></p>
<p><a href="http://viaforensics.com/education/white-papers/appwatchdog-findings-mobile-app-security-iphone-android/" target="_self"><span lang="pt"><span>Mobile App Security Study</span></span></a></p>
<p><a href="http://viaforensics.com/mobile-news/mobile-app-security-findings-released-july-201.html" target="_self"><span lang="pt"><span>Mobile App Security Findings Released – July 2011</span></span></a></p>
<p><span lang="pt"><span><a href="http://meiobit.com/89248/auditoria-de-appwatchdog-da-viaforensics-revela-um-cenario-porcino-de-seguranca-no-mobile/" target="_self">Auditoria de AppWatchDog da ViaForensics revela um cenário porcino de segurança no mobile</a><br />
</span></span></p>

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		</item>
		<item>
		<title>Instalação e configuração de um servidor Apache com PHP e Tomcat</title>
		<link>http://www.linux2business.com.br/site/?p=197</link>
		<comments>http://www.linux2business.com.br/site/?p=197#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2011 14:40:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais, Artigos & Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Este documento apresenta os procedimentos de instalação e configuração de um servidor Apache, com suporte a PHP e Java. A distribuição utilizada foi o CentOS 5.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este documento apresenta os procedimentos de instalação e configuração de um servidor Apache, com suporte a PHP e Java. A distribuição utilizada foi o CentOS 5.</p>
<p>Também estão documentados os procedimentos de integração entre o Apache e Tomcat, através do módulo Proxy AJP, além da configuração de domínios virtuais no Apache.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.linux2business.com.br/imagens/icon-acroread.gif" alt="" width="20" height="20" /><a href="http://www.linux2business.com.br/pdf/Servidor Apache com PHP e Tomcat.pdf" target="_self">Servidor Apache com PHP e Tomcat</a></p>

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		</item>
		<item>
		<title>Monitoramento de Performance com Sar (Sysstat)</title>
		<link>http://www.linux2business.com.br/site/?p=195</link>
		<comments>http://www.linux2business.com.br/site/?p=195#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Jun 2011 01:08:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais, Artigos & Dicas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.linux2business.com.br/site/?p=195</guid>
		<description><![CDATA[O comando sar permite monitorar o desempenho de sistemas Linux, como CPU, memória, I/O, etc, em tempo real. É possível também armazenar todos os dados de desempenho em uma base, analisando-os para identificar gargalos. Nas distribuições openSUSE e CentOS o comando sar está presente no pacote sysstat, podendo ser instalado pelo YaST/zypper ou Yum, respectivamente.<a href="http://www.linux2business.com.br/site/?p=195"> <br /><br /> Read More…</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O comando sar permite monitorar o desempenho de sistemas Linux, como CPU, memória, I/O, etc, em tempo real. É possível também armazenar todos os dados de desempenho em uma base, analisando-os para identificar gargalos.</p>
<p>Nas distribuições openSUSE e CentOS o comando sar está presente no pacote sysstat, podendo ser instalado pelo YaST/zypper ou Yum, respectivamente.</p>
<p>Os principais usos do sar são:</p>
<ol>
<li>Uso da CPU (sar -u)</li>
<li>Uso de memória (sar -r)</li>
<li>Uso do espaço de swap (sar -S)</li>
<li>Atividade individual de cada dispositivo de I/O (sar -d)</li>
<li>Atividade da fila de execução de processos e carga (sar -q)</li>
<li>Relatório de estatísticas da rede (sar -n [DEV|IP|TCP|UDP|ALL])</li>
</ol>
<p><em>Obs.: Existem outras opções no monitoramento da rede.</em></p>
<p>Para maiores informações, aconselho a leitura da manpage do sar.</p>
<p>Referência:</p>
<p><a href="http://www.thegeekstuff.com/2011/03/sar-examples/" target="_self">10 Useful Sar (Sysstat) Examples for UNIX / Linux Performance Monitoring</a></p>

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		</item>
		<item>
		<title>Emulação de redes IPv6</title>
		<link>http://www.linux2business.com.br/site/?p=193</link>
		<comments>http://www.linux2business.com.br/site/?p=193#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 19:40:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.linux2business.com.br/site/?p=193</guid>
		<description><![CDATA[Vídeo da palestra realizada por Antônio Moreiras no GTER-26 sobre como realizar experimentos e aprender sobre IPv6.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Este vídeo apresenta a palestra feita por Antônio Moreiras no GTER-26,  onde foi demonstrado como realizar experimentos e aprender sobre IPv6,  utilizando ferramentas de <em>software</em> livre capazes de criar  ambientes complexos e simular várias situações e topologias de redes. O  exemplo empregado neste vídeo mostra como configurar um túnel 6to4  utilizando a ferramenta NetKit, de forma rápida e simples.&#8221;</p>
<p>Para ler a matéria completa e ver o vídeo, clique <a href="http://www.ipv6.br/IPV6/ArtigoEmulacaoderedesIPv6" target="_self">aqui</a>.</p>

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